terça-feira, 24 de agosto de 2010

Dilmoda

Essa postagem vai em homenagem à minha irmã, Amanda Ap. Oliveira, formada e há poucos meses de ser pós-graduada em Moda. O principal desta notícia não é o fato político em si, mas o reconhecimento do trabalho brasileiro no setor, que começou apenas exportando material têxtil, e hoje (graças aos modistas) leva pra fora tecnologia, conhecimento e profissionais capacitados, garantindo que roupa de qualidade não precisa ser comprada em Paris, Nova Iorque, Itália....

Amandão (carinhosamente), você chegará lá, o caminho já é o certo, paciência e muita batalha. O sucesso sempre vem. Segue a matéria.

Depois de vestir o técnico Dunga na estréia da seleção da Copa, agora Alexandre Herchcovitch (foto ao lado) foi escalado para uma grande missão. Pela primeira vez ela fará o trabalho de personal stylist e irá renovar o guarda-roupa de Dilma Rousseff (PT), candidata à presidência da República.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o contrato foi assinado na última sexta-feira e inclui ainda a confecção de peças exclusivas. Mesmo depois de trocar os babados e as cores fortes por terninhos mais sóbrios e elegantes, de cores neutras, por conta das críticas a seu estilo durante a campanha, a equipe de Dilma preferiu contratar o estilista. Alexandre começa hoje o seu trabalho de "esquadrão da moda". Ele irá escolher o que deve ficar no guarda-roupa de Dilma, além de indicar peças de outros estilistas.

"É um trabalho parte de consultor e parte de estilista", disse ao jornal. Segundo ele, a preferência, a pedido de Dilma, será por marcas brasileiras. Segundo o estilista, cores claras e tons naturais favorecem a imagem da candidata, entretanto, sua equipe já está atrás de tecidos naturais em tom vermelho - para a petista a cor é sem dúvida um curinga.

Até o no fim da semana, Dilma receberá novas peças, além de sapatos e acessórios escolhidos por Alexandre. O valor do trabalho não foi informado pelo estilista, nem pela equipe da campanha. No quesito visual, o responsável pelas mudanças é o cabeleireiro Celso Kamura, amigo de Herchcovitch.

Por Juliana Lopes
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ícaro Ensina


Acredito que só podemos entrar na casa de alguém quando somos convidados, e mesmo assim não chegamos e vamos logo abrindo a geladeira. Cada um cuida de seu próprio quintal, assumindo conseqüentemente suas responsabilidades e afazeres.

A verdade pra mim pode não ser a verdade para outros, e assim sempre será. Quando somos crianças, nos ensinam: “o que seria do verde se não fosse o azul?”.

É natural com o passar do tempo esquecer de alguns velhos ensinamentos, isso não significa que paramos de aprender ou que não precisamos relembrar de algumas máximas de sabedoria. Um grupo de pessoas não deve e nem precisa saber de tudo sozinho, o consenso existe para que os variados “clãs” possam contribuir com idéias, trabalho e por que não lições.

É evidente que convidamos para nosso lado aqueles em quem confiamos, que tem uma mesma corrente de pensamento e/ou filosofia. Diante disto, não devemos achar que isso nos basta, cedo ou tarde o apoio de outros, que podem estar numa visão de confronto, será preciso para garantirmos o sucesso de um projeto, programa, etc.

A disputa é mais que justa e faz parte, realmente, de uma sociedade que impera o diálogo e o respeito mutuo. A plantação de hoje trará os frutos do amanhã, todos sabem disto. Pode ser que nos deixamos levar pelo momento, pelo status, pelo poder... Daí achar que todos devem se ajoelhar em nossas frentes. Como o mundo gira, e muito rápido às vezes, se usarmos dessas atitudes coléricas um dia, quem sabe, aqueles que eram reverenciados, poderão ter que se ajoelhar para outros numa atitude de humilhação.

Evita-se isso, usando da simplicidade, não tratando “olho por olho, dente por dente”, sabendo que temos uma posição de privilégios, mas que trazem consigo funções e regras que necessitam ser atendidas todo o momento. Lembremos de Ícaro (mitologia grega), o menino com asas de cera que foi avisado para não voar tão alto perto do sol, porque suas asas poderiam derreter. Desobedeceu as leis naturais e se esborrachou no chão.

A credibilidade pessoal vem com o tempo, dependendo sempre dos modos pessoais, não percebido isto, a descredibilidade afeta de tal modo que poderemos nos tornar craques em derrotas, simplesmente pelo chamado “marketing boca a boca”.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pra encerrar o fds

Eu gosto muito de fazer brincadeiras, mas essa me superou anos luz, não pelo fato de não saber pilotar, mas por brincar com algo que desejamos ficar distante: a morte. Embora, todos dizem que o céu é um lugar lindo e sempre que alguém fala disto, tem a certeza que irá pra lá. Engraçado que num vejo alguém querendo ir no exto momento em que diz rsrsrs!! Veja o video: