segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Nosso Lar


"Nosso Lar" é um dos livros psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier, que compõem uma coleção intitulada "A Vida no Mundo Espiritual", atribuída ao espírito André Luiz. No movimento espírita brasileiro essa coleção é também conhecida como "Série Nosso Lar".

Clássico da literatura espírita brasileira, "Nosso lar" é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.

O narrativa do livro foi tranformada em filme, não posso afirmar que em toda sua essência, pois não li. Mas, se tratando de filme e a história, posso dizer que gostei muito. Tirando a parte religiosa, e isso deixo para aqueles que preferem ver tudo pela ótica doutrinária, creio que as mensagens da personagem, Adré Luiz, traz para todos o reforço que estamos aqui e precisamos fazer nosso melhor.

Cedo ou tarde, seremos lembrados pelos nosso atos e estes trarão nossas devidas recompensas, entenda como quiser, mas creio na frase (muito velha por sinal): "aqui se faz, aqui se paga".

Quanto à verdade, se existe umbral, o local conhecido como "Nosso Lar", se podemos reencarnar... ou seja, todos esses quesitos espirituais, deixo à responsabilidade de cada um, deixo a dica para use e abuse do ponto de interrogação, só assim poderemos achar as respostas, que muitas vezes estão dentro de nós, e não é saudável seguir pelas pegadas de outrem. Somos co-autores de nós mesmos.

Segue trailer do filme:

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Engolir Sapo é Uma Arte e Faz Parte

Quem não já “engoliu sapo” na vida? Deve existir gargantas e estômagos virgens nessa área. Em compensação, devem existir os engolidores diários.
O pior é que a coisa vem a seco, sem nem ao menos um suquinho pra ajudar a empurrar.

Dizem os entendidos em sapologia, que a origem da associação do sapo com algo nada delicioso vem das Sagradas Escrituras. Num determinado capítulo do livro do Êxodo, um rebelde Faraó recebeu como castigo de Deus uma série de pragas, uma das quais se constituía de uma invasão de milhares de rãs (ou de sapos). Segundo a narrativa, o Faraó encontraria o bicho saltitante em todos os lugares possíveis e imagináveis do seu palácio (fonte de pesquisa: google).

Claro que essa iguaria indigesta tem uma razão de ser óbvia: o “sapo” vem sempre do superior, no caso profissional. Mas, existe os “sapos” que surgem dos colegas, e por uma questão de educação ou não querer começar uma “briga”, esses “bichinhos” são “degustados”.

Inclusive, as coisas hoje estão cada vez mais fáceis porque, graças ao avanço tecnológico, sobretudo da Informática, atualmente já se pode mandar “sapos” por e-mail! Chique, né?

Mas, convenhamos: na verdade, não há nada de errado em “engolir sapos”, desde que algumas condições sejam observadas.

Por exemplo: - Quando seu emprego depende da sua capacidade digestiva. Aí tem que comer. E, em alguns casos, até pedir bis! Porque se trata de um caso de sobrevivência profissional.

- Quando você aprendeu a desenvolver anti-corpos emocionais contra “sapos”. Em outras palavras: quando há um canal de comunicação livre e desimpedido entre seu ouvido direito e o esquerdo – ou vice-versa. Traduzindo: quando você deixa o “sapo” entrar por um ouvido e sair pelo outro, sem descer para o estômago – e muito menos para o coração.

Mas nem tudo está perdido: garanto-lhe que se você treinar direitinho, você vai aprender a rir dos lançadores de “sapos”. Principalmente porque eles não têm a aparência de quem está se divertindo. Pelo contrário, quase sempre parecem “enfezados”, gritam, xingam, acusam, esmurram a mesa e soltam perdigotos.

Um conselho útil para ninguém precisar mais “engolir sapos” e ir correndo chorar no banheiro: inverta a premissa psicológica tente transformar os “sapos” enviados em sua direção em “príncipes”. É uma alquimia simples: basta misturar bem alguns ingredientes facilmente encontráveis em qualquer bom coração de qualquer esquina da vida: uma pitada de compreensão, outra de tolerância, mais uma de compaixão, um tiquinho de paciência e afeto e bom humor à vontade – ou como se diz em culinária: ao gosto.

As pessoas lançadoras de sapos, se acham as donas daS verdadeS, que seus ideais são os corretos, falam em tolerância mas, na verdade não entenderam o significado, pisam em outras pessoas com a raiva que acreditam aniquilar os outros, mas no fundo estão matando a si mesmas e nem perceberam.

Para encerrar, quero apenas registrar uma curiosidade que há tempos vem me intrigando: de onde será que os “arremessadores de sapos” diários conseguem tanto estoque?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Estresse!!!

Qualquer interesse por esse assunto, não é porque estou estressado. Imagina, eu? estressado? Pesquisando na net, montei este texto, segue.

E o que é estresse? Não há ainda uma definição para o mesmo nos compêndios de patologia médica. É o dicionário Aurélio que nos diz que o estresse (em bom português) é "o conjunto de reações do organismo a agressões de ordem física, psíquica, infecciosa, e outras capazes de perturbar a homeostase (equilíbrio)".

O estresse corresponde a uma relação entre o indivíduo e o meio. Trata-se, portanto, de uma agressão e reação, de uma interação entre a agressão e a resposta. O estresse fisiológico é uma adaptação normal; quando a resposta é patológica, em indivíduo mal-adaptado, registra-se uma disfunção, que leva a distúrbios transitórios ou a doenças graves, mas, no mínimo agrava as já existentes e pode desencadear aquelas para as quais a pessoa é geneticamente predisposta. Aí torna-se um caso médico por excelência. Nestas circunstâncias desenvolve-se a famosa síndrome de adaptação, ou a luta-e-fuga.

O estresse é o resultado do homem criar uma civilização, que, ele, o próprio homem não mais consegue suportar". E, em se calculando que o seu aumento anual chega a 1%, e que hoje atinge cerca de 60% de executivos (veja uma pesquisa anexa), pode-se chamar de a "doença do século" ou, melhor dizendo, " "a doença do terceiro milênio". Trata-se de um sério problema social econômico, pois é uma preocupação de saúde pública, pois ceifa pessoas ainda jovens, em idade produtiva e geralmente ocupando cargos de responsabilidade, imobilizando e invalidando as forças produtivas da nação; e é mais importante ainda no Brasil que, por ser um país ainda jovem, exclui da atividade pessoas necessárias ao seu desenvolvimento. Não se sabe exatamente a incidência no Brasil.

O Que Provoca o Estresse ?
São os grandes problemas da nossa vida que, de modo agudo, ou crônico, nos lançam no estresse. Diversos pesquisadores notaram que a mudança é um dos mais efetivos agentes estressores. Assim, qualquer mudança em nossas vidas tem o potencial de causar estresse, tanto as boas quanto as más. O estresse ocorre, então, de forma variável, dependendo da intensidade do evento de mudança, que pode ir desde a morte do cônjuge, o índice máximo na escala de estresse, até pequenas infrações de trânsito ou mesmo a saída para as tão merecidas férias.

Assim, reconhece-se que o estresse tem três fases, que se sucedem quando os agentes estressores continuam de forma não interrompida em sua ação:

· A fase aguda
Esta é a fase em que os estímulos estressores começam a agir. Nosso cérebro e hormônios reagem rapidamente, e nós podemos perceber os seus efeitos, mas somos geralmente incapazes de notar o trabalho silencioso do estresse crônico nesta fase.

· A fase de resistência
Se o estresse persiste, é nesta fase que começam a aparecer as primeiras conseqüências mentais, emocionais e físicas do estresse crônico. Perda de concentração mental, instabilidade emocional, depressão, palpitações cardíacas, suores frios, dores musculares ou dores de cabeça freqúentes são os sinais evidentes, mas muitas pessoas ainda não conseguem relacioná-los ao estresse, e a síndrome pode prosseguir até a sua fase final e mais perigosa:

· A fase de exaustão
 Esta é a fase em que o organismo capitula aos efeitos do estresse, levando à instalação de doenças físicas ou psíquicas.

E você faz o que para diminuir o estresse???

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dia da Cachaça

Um projeto de lei quer instituir o dia 13 de setembro como o Dia Nacional da Cachaça. A data resgata o dia de 13 de setembro de 1661, quando, depois de muita pressão dos produtores e consumidores, a coroa portuguesa autorizou a produção da cachaça no Brasil. Enquanto o dia não entra para o calendário oficial, alguns estabelecimentos já aderiram à celebração com um festival para homenagear o destilado.

Os especialistas dizem que não há uma cachaça ideal para fazer drinques e outra para beber pura. A pessoa deve consumir a sua preferida em ambos os casos. Existe também o mito de que a cachaça que chega ao exterior é de baixa qualidade, mito furado. 

Alguns erros comuns quando a caipirinha tradicional é preparada: Alem de errar nas quantidades dos ingredientes, o uso do açúcar também prejudica o drinque. O ideal é fazer um xarope de açúcar antes, que pode se integrar totalmente à caipirinha, evitando que ela fique muito doce ou aguada no final.

RECEITA

Para o xarope de açúcar:
- 1kg de açúcar
- 1/5 litro de água fervida

Modo de preparo
Ferva a água e adicione o açúcar. Misture bem, coloque em uma embalagem ou garrafa e leve à geladeira.

Para a caipirinha:
-1 limão Tahiti
-50ml de cachaça de boa qualidade
-Gelo picado

Modo de preparo:
Corte o limão ao meio e em seguida fatie em quatro gomos. Coloque os gomos em um copo longo e acrescente 20 ml, aproximadamente duas colheres de sopa, de xarope de açúcar. Com um pilão, macere os gomos até extrair todo o suco. Acrescente gelo quebrado e uma dose de cachaça. Com uma colher longa, misture todo o conteúdo até que fique bem homogêneo. Decore com dois gomos de limão e sirva em seguida.

Deu até "água na boca".

sábado, 11 de setembro de 2010

A Batalha do Chile

Hoje é 11 de setembro e faz 9 anos do ataque às torres gêmeas em Nova Iorque. Dizem, muitos, que foi o maior atentado à humanidade já cometido, mas alguns esquecem que a mesma data é marcada por outro massacre, só que ocorrido na América do Sul, especificamente no Chile. Quem se lembra do nome Pinochet? Esse provocou inúmeras mortes, derrubando um governo eleito democraticamente, pela vontade do povo, que sucumbiu em uma triste ditadura. O fantasma deste tipo de governo assolou por anos nosso Brasil, e que esteja bem enterrada está prática opressora de governo.

Em 11 de setembro de 1973, há 37 anos, um golpe de Estado realizado pelas classes dominantes chilenas derrubou o governo da Unidade Popular, presidido por Salvador Allende. A ponta de lança do golpe foram as Forças Armadas sob a direção do general Pinochet, que teve o apoio do imperialismo, do governo dos EUA, e foi articulado e financiado pela CIA e pelas transnacionais norte-americanas. E contou também com o apoio dos governos ditatoriais latino-americanos, inclusive o Brasil, associados com o imperialismo norte-americano na "Operação Condor". O aparelho militar-policial do Estado chileno realizou um dos maiores banhos de sangue contra um povo nas últimas décadas na América Latina.

Durante o governo da Unidade Popular, eleito em 1970, intensifica-se a luta de classes no Chile, a luta antiimperialista e a mobilização popular pela reforma agrária e a nacionalização de empresas estrangeiras, como as minas de cobre. Houve uma significativa melhoria nas condições de vida dos trabalhadores, e os interesses econômicos da grande burguesia do país e das empresas imperialistas foram atingidos. Apoiados e incentivados pelo imperialismo norte-americano, as classes dominantes chilenas e as forças políticas reacionárias desencadeiam sabotagens, boicotes (como a conhecida greve dos caminhoneiros financiada pela CIA e transnacionais, como a ITT), gerando desabastecimento de gêneros de primeira necessidade, com intento de amedrontar e colocar a população, principalmente as camadas médias, contra o governo de Allende, com o objetivo de desestabilizá-lo, preparando as condições para o golpe.

No documentário, chamado A Batalha do Chile, o diretor Patricio Guzmán conta com grande realidade e crueza o golpe civil-militar de 11 de setembro de 1973 que derrubou o governo constitucional de Salvador Allende, no Chile. Sempre, claro, com a inestimável ajuda dos Estados Unidos.

Você pode baixar todos os vídeos aqui.

Não estamos sós

Meu professor da faculdade transmitiu, aos alunos, uma mensagem (via e-mail), para dar um exemplo da matéria que leciona, mas tirando a parte didática podemos perceber que não importa o local onde estamos e qual situação estamos, tudo funciona de uma forma muito bem orquestrada, por Aquele que vc pode dar o nome que quiser. De qualquer jeito, estamos apenas no começo de uma verdadeira união. Segue a mensagem:

"Queridos cursistas,

Bem, hoje é um dia para espairecer um pouco. Hoje não vamos tratar de estatais
Deixo aqui o link www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2539741 que dá acesso a um vídeo que encerra muitas lições.

Trata-se de um video que mostra uma perfeita concatenação entre músicos simples de rua situados em países diferentes. De certa forma o vídeo guarda uma analogia com a nossa disciplina uma vez que as rotinas das empresas, como será visto no decorrer das aulas, corresponde a um conjunto de atividades que devem estar concatenadas para o alcance de fim específico.

Entretanto é para a mensagem da canção contida no vídeo (Stand by me) que chamo a atenção de todos. Podemos traduzir Stand by me por Conte comigo.

Um abraço,
 Paulo Cesar Silva Madeira
Professor: Administração de Empresas Estatais"
Segue video do youtube

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Quanto tempo o tempo tem?

Embora temos o sentimento interno que tudo tem seu tempo e espaço pra acontecer, como não conseguimos transferir a mesma tônica deste sentimento para apaziguar a ansiedade?

Cada um, por algum momento, pode achar que tudo está indo muito mal, nada melhora e nem tem jeito... outros estão numa situação muito pior que a nossa. Não sejamos adeptos da teoria: O que está ruim, ainda pode piorar!

Acredito que tudo tem seu tempo certo, quando merecemos e estamos preparados, mesmo assim continua gritante a vontade de uma mudança, de preferência rápida. Sendo assim, no que se apegar para não surtar, mesmo que temporariamente?

Bom, quanto a vocês eu não sei nem cabe dar sugestões, visto que estou buscando algumas dicas também. Prefiro um fone de ouvido com belas músicas, as vezes clássicas, as vezes mais barulhentas, um bom momento de esvaziar a mente pensando longe e bem alto, e não posso esquecer dos bons momentos que tenho com olhos fechados, voltado para o lado em que o Sol nasce... (assunto pra outra oportunidade).

Por hoje, me despeço e agradeço este momento em que pude colocar alguns pensamentos em letras e frases, por fim deixo um vídeo com uma música para agradar corações inquietos, mas que precisam de uma dose de serenidade.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mais que plantonista

Como alguns leitores sabem, trabalho na Câmara Municipal de Mairinque assessorando a Vereadora Déia. Quando assumi o cargo (janeiro de 2009) ouvi muita gente falar que o serviço seria moleza, seria uma mamata, trabalhar pouco e ganhar muito. Evidente que emprego assim todo mundo quer. Ledo engano!!!

Quem trabalha com assessoria tem que se moldar à maneira de trabalhar do assessorado. Há aqueles que não trabalham tanto, mas um grupo que está crescendo na política brasileira trabalha bastante.

Não quero jogar confetes, mas acreditem, este que vos escreve está em um ritmo acelerado desde o ano passado. Minha chefe, procura fazer de seu mandato um ato corrente de melhorar nossa cidade, trabalho árduo e lento, mas alguém tem q fazer. Como diria o ditado: “pássaro só, não faz verão”, precisamos contar com pares em idéias e ações.

Ontem, 31/08/2010, mais uma vez passei do horário conhecido como “expediente”. Ao todo fiquei na Câmara 14hs30 (entrei às 08h e saí 22h30), muitas vezes 12hs de gabinete é praxe. Não irei usar de jargões: “trabalho em prol do povo”, “buscando o desenvolvimento da cidade”... Acredito que nossos feitos terão suas conseqüências lá na frente, e de diversas maneiras.

Sendo assim, tudo que se faz tem suas recompensas num futuro breve ou distante, mas elas sempre nos encontrarão. Por vezes nos vemos em momentos de raiva, preguiça, canseira, a que devemos nos apegar para não cairmos em desânimo, desmotivação, etc.?

No meu caso...