quinta-feira, 14 de junho de 2012

Futuro, quando?


Gostaria de compartilhar com todos vocês, matéria de um jornal eletrônico de Goiás. Papel fundamental envolve a educação política nas escolas.

Infelizmente esse tipo de “educação” não é premissa de muitas escolas, quem dirá de um sistema educacional. Algumas preferem não usar o termo “política”, como se fosse uma palavra suja que não deve adentrar numa sala de aula, local inviolável do bom ensino.

Quando estava no Ensino Médio, sempre ouvia falar: “Os jovens são o futuro do pais!”; passou alguns anos, e o discurso se repetia. Poxa vida, esse futuro nunca chega? O futuro é agora, as ações de hoje se refletirão lá na frente, então o jovem precisa estar ciente desde já, concordam?

E não adianta falar que deve ser ensinado práticas cívicas nas escolas, essa não cola mais, cantar o hino nacional quase todo dia é bom, jurar a bandeira com seu hino também, mas estamos muito além desse patriotismo venerável.

Toda impulsividade de nossas crianças se traduz em boas sugestões, olhares críticos e de não conformidade com o famoso empurrar com a barriga, meta e objetivo concreto e vontade; elas não estão de brincadeira.

Tá na hora da moçada tomar conta do espaço de direito, como agentes construtores desse futuro breve.

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